Arquivo do autor:Economia de Buteco

A Economia Criativa por Ayne Interiores

Tão vital quanto a arquitetura verde, design de interiores sustentável une beleza, economia e preservação ambiental, indo além da chamada reciclagem para decoração

13330925_1355296194485675_4635093146561422074_n

Economia criativa em alta:

O mais recente relatório do Sebrae sobre o tema, emitido em 2013, registrou recorde no comércio mundial de bens e serviços criativos: US$ 624 bilhões em 2011.

Entre 2002 e 2011, esse valor mais do que duplicou. Há cinco anos a Designer de interiores Karen Horrayne, fundou a Ayne Interiores, e seu diferencial entre tantos outros designers é a imersão com o objetivo de identificar valores essenciais no lugar mais importante das pessoas: seu Lar.

Desde seus primeiros trabalhos Karen se diferencia pois colabora com o desenvolvimento criativo, tanto na economia, quanto na real necessidade, para assim promover melhorias concretas na vida das pessoas.

karen-ayne-interiores

Karen é especialista e precursora em economia criativa na área de design de interiores, e atua hoje fazendo projetos on line, e a ideia é a economia, uma vez que o resultado
tende a projetar um resultado pratico que cabe dentro do orçamento do cliente. Evitando assim, gastos desnecessários ao comprar itens que não se encaixam ao ambiente.

Considerar a ideia de contratar projeto de design de interiores pode te promover a possibilidade de economizar na compra de artigos decorativos ou outros materiais para a composição de diferentes ambientes.

Esse profissional tende a projetar as soluções ao qual sejam muito mais práticas e inclusive que caibam dentro do seu orçamento, assim, pode evitar gastos desnecessários ao comprar itens que não se encaixam ao ambiente.
“Não adianta mais consumir por consumir. O mundo todo está em busca de propósitos nas atitudes e os projetos ”, completa Karen.

A ideia tem trago resultados, a Ayne Interiores foi Destaque no Arkaton 2017.
Mais informações sobre o assunto podem ser obtidas através do link 

Anúncios
Etiquetado , , , , , , ,

Bitcoin: guia passo-a-passo para principiantes

O que é a Bitcoin (em poucas palavras) A Bitcoin surgiu em 2008 depois do movimento Occupy Wall Street ter acusado grandes bancos de terem usado de forma errada o dinheiro dos seus clientes – os enganando, manipulando o sistema e cobrando taxas surpreendentes.

images

Os pioneiros da Bitcoin pretendiam colocar o vendedor no comando, eliminar o intermediário, abolir taxas de juros e tornar as transações transparentes para evitar a corrupção e reduzir taxas. Criaram um sistema descentralizado através do qual pode controlar os seus fundos e saber o que se passa. A Bitcoin chegou longe em relativamente pouco tempo. Empresas por todo o mundo – da REEDS Jewelers, uma grande cadeia de joalharias nos EUA, a um hospital privado em Varsóvia, na Polônia – aceitam esta moeda.

U5drSXx9zUCN4SdRAc1n4Ja5mpjYCF1.gif

Empresas de bilhões de dólares como a Dell (NYSE: Dell Technologies Inc. [DVMT]), a Expedia (NASDAQ: Expedia [EXPE]), a PayPal (NASDAQ: PayPal [PYPL]) e a Microsoft (NASDAQ: Microsoft Corporation [MSFT]) também aceitam. Há sites que a promovem, publicações como a Bitcoin Magazine que publicam notícias ao redor da mesma e fóruns em que se discute e negoceia criptomoedas. A Bitcoin tem a sua própria interface de programação de aplicativos (API), o seu próprio índice de preços e a sua taxa de câmbio.

Screenshot_3

Tem, contudo, alguns problemas também – desde ladrões pirateando contas, a elevada volatilidade e a atrasos nas transações. Por outro lado, indivíduos em países em desenvolvimento poderão considerar a Bitcoin o mais fiável canal para enviar e receber dinheiro. O que é a Bitcoin (em profundidade) A Bitcoin tanto surge como moeda virtual como enquanto referência a tecnologia. Pode fazer transações com cheque, transferência ou dinheiro – e também pode usar Bitcoin (ou BTC) encaminhando um comprador para a sua assinatura, que é uma longa linha de código de segurança encriptado com 16 caracteres distintos.

O comprador decodifica o código com o seu smartphone para obter a sua criptomoeda. Dito de outra forma: se trata do câmbio de informação digital que permite que compre ou venda bens e serviços. A transação é segura e fiável ao ser executada em uma rede informática peer-to-peer semelhante ao Skype ou ao BitTorrent, um sistema de partilha de ficheiros.

obamaclap-clap

 

Propriedades transacionais de Bitcoin:

1.) Irreversível: Após a confirmação, uma transação não pode ser revertida. Por ninguém. E ninguém significa ninguém. Não você, não seu banco, não o presidente dos Estados Unidos, não Satoshi, não seu mineiro. Ninguém. Se você enviar dinheiro, você o envia. Período. Ninguém pode ajudá-lo, se você enviar seus fundos para um scammer ou se um hacker os roubar do seu computador. Não há rede de segurança.

2.) Pseudônimo: Nem transações ou contas estão conectadas a identidades do mundo real. Você recebe Bitcoins nos chamados endereços, que são cadeias aleatoriamente parecidas com cerca de 30 caracteres. Embora geralmente seja possível analisar o fluxo da transação, não é necessariamente possível conectar a identidade do mundo real dos usuários com esses endereços.

3.) Rápido e global: a transação é propagada quase instantaneamente na rede e é confirmada em alguns minutos. Como eles acontecem em uma rede global de computadores, eles são completamente indiferentes à sua localização física. Não importa se eu enviar o Bitcoin para o meu vizinho ou para alguém do outro lado do mundo.

4.) Seguro:  Os fundos de Bitcoin são bloqueados em um sistema de criptografia de chave pública . Apenas o proprietário da chave privada pode enviar criptomoeda. Criptografia forte e a magia dos grandes números tornam impossível quebrar esse esquema. Um endereço Bitcoin é mais seguro que o Fort Knox.

5.) Permissionless : Você não precisa pedir a ninguém para usar a criptomoeda. É apenas um software que todo mundo pode baixar gratuitamente. Depois de instalado, você pode receber e enviar Bitcoins ou outras criptomoedas. Ninguém pode te impedir. Não há gatekeeper.

Onde posso encontrar Bitcoins?

Primeiramente, recomendamos que você leia este guia detalhado para comprar Bitcoin .

Você pode obter seus primeiros bitcoins de qualquer um desses quatro lugares.

  • Uma troca de criptomoedas onde você pode trocar moedas “normais” por bitcoins, ou por satoshis, que são como os tipos de centavos do BTC. Recursos: Coinbase e Coinsquare  nos EUA e Canadá, e BitBargain Reino Unido e Bittylici o nós no Reino Unido.
  • Um Bitcoin ATM (ou troca de criptomoedas) onde você pode trocar bitcoins ou dinheiro por outra cryptocurrency. Recursos: Suas melhores apostas são BTER e  CoinCorner
  • Um serviço classificado onde você pode encontrar um vendedor que o ajudará a trocar bitcoins por dinheiro. Recursos: O site definitivo é LocalB i tcoins .
  • Você poderia vender um produto ou serviço para bitcoins. Recursos: sites como o Purse .

Cuidado! O Bitcoin é famoso por golpes, portanto, antes de usar qualquer serviço, procure opiniões de clientes anteriores ou poste suas perguntas no fórum do Bitcoin .

Como o Bitcoin funciona?

Sem entrar nos detalhes técnicos, o Bitcoin trabalha em um vasto livro-razão público, também chamado de blockchain , onde todas as transações confirmadas são incluídas como “blocos”. À medida que cada bloco entra no sistema, ele é transmitido para a rede de computadores peer-to-peer de usuários para validação. Dessa forma, todos os usuários estão cientes de cada transação, o que impede o roubo e a duplicação de gastos, em que alguém gasta a mesma moeda duas vezes. O processo também ajuda os usuários do blockchain a confiar no sistema.

Screenshot_2

Como posso armazenar meus bitcoins?

Para ver como o sistema funciona, imagine alguém chamado Alice que está experimentando Bitcoins. Ela iria se inscrever para uma carteira de criptografia para colocar seus bitcoins dentro

As carteiras de Bitcoin

Existem três aplicativos diferentes que o Alice poderia usar.

  • Cliente completo – é como um servidor de e-mail autônomo que lida com todos os aspectos do processo sem depender de servidores de terceiros. Alice controlaria toda a sua transação do começo ao fim sozinha. Compreensivelmente, isso não é para iniciantes.
  • Cliente leve – Esse é um cliente de email independente que se conecta a um servidor de email para acessar uma caixa de correio. Ele armazenaria bitcoins de Alice, mas ele precisa de um servidor de propriedade de terceiros para acessar a rede e fazer a transação.
  • Cliente da Web – é o oposto de “cliente completo” e se parece com o webmail, pois depende totalmente de um servidor de terceiros. O terceiro substitui Alice e opera toda a sua transação.

Você encontrará carteiras que vêm em cinco tipos principais: desktop, celular, web, papel e hardware. Cada um deles tem suas vantagens e desvantagens .

Como faço para comprar e vender coisas com Bitcoins?

Aqui está a coisa engraçada com Bitcoins: não há traços físicos deles como de dólares. Tudo o que você tem são apenas registros de transações entre diferentes endereços, com saldos que aumentam e diminuem em seus registros que são armazenados no blockchain.

Para ver como o processo funciona, vamos voltar para Alice.

Exemplo de uma transação Bitcoin

Alice quer usar seu Bitcoin para comprar pizza de Bob. Ela lhe enviava sua “chave” particular, uma seqüência particular de letras e números, que contém a transação de origem das moedas, a quantia e o endereço de carteira digital de Bob . Esse “endereço” seria outro, desta vez, a sequência pública de letras e números. Bob examina a “chave” do smartphone para decodificá-lo. Ao mesmo tempo, a transação de Alice é transmitida para todos os outros participantes da rede (chamados “nós”) em seu livro e, aproximadamente, dez minutos depois, confirmada por meio de um processo de certas regras técnicas e comerciais chamadas “mineração”. Esse processo de “mineração” dá a Bob uma pontuação para saber se deve ou não prosseguir com a transação de Alice.

A transação entre Alice e Bob

O que é mineração?

Mineração, ou processamento, mantém o processo Bitcoin seguro ao adicionar cronologicamente novas transações (ou blocos) à cadeia e mantê-las na fila. Blocos são cortados quando cada transação é finalizada, códigos decodificados e bitcoins passados ​​ou trocados.

Os mineradores também podem gerar novos bitcoins usando um software especial para resolver problemas criptográficos . Isso fornece uma maneira inteligente de emitir a moeda e também fornece um incentivo para as pessoas minerarem.

A recompensa é acordada por todos na rede, mas geralmente é de 12,5 bitcoins, bem como as taxas pagas pelos usuários que enviam as transações. Para evitar a inflação e manter o sistema gerenciável, não pode haver mais do que um número total fixo de 21 milhões de bitcoins (ou BTCs) em circulação até o ano 2040, de modo que o “quebra-cabeça” fica cada vez mais difícil de resolver.

O que preciso saber para proteger meus Bitcoins?

Aqui estão quatro conselhos que ajudarão seus bitcoins a irem além.

Como você faria com uma carteira normal, armazene apenas pequenas quantidades de bitcoins no seu computador, celular ou servidor para uso diário, e mantenha a parte restante de seus fundos em um ambiente mais seguro.

  • Faça backup de sua carteira regularmente e criptografe sua carteira ou smartphone com uma senha forte para protegê-la contra ladrões (embora, infelizmente, não seja contra hardware ou software de keylogging).
  • Armazene alguns dos seus bitcoins em uma carteira off-line desconectada da sua rede para maior segurança. Pense nisso como um banco, enquanto você, geralmente, guarda apenas parte de seu dinheiro em sua carteira.
  • Atualize seu software. Para proteção adicional, use o recurso de assinatura múltipla do Bitcoins, que permite que uma transação exija que várias aprovações independentes sejam gastas.

Passar algum tempo nessas etapas pode economizar seu dinheiro.

 

Recomendamos o Nano Ledger S – Hardware Wallet

O Nano Ledger S é tão seguro quanto as outras duas carteiras de hardware. É popular por causa de seu preço relativamente baixo de US $ 65 em comparação com seus concorrentes. Sendo menor que o KeepKey, é mais portátil e mais fácil de transportar. É uma carteira de hardware que vem a um preço muito competitivo.

O que mais eu preciso saber?

Proteja seu endereço: Embora sua identidade de usuário por trás de seu endereço permaneça anônima, o Bitcoin é a forma mais pública de transação com qualquer pessoa na rede, vendo seus saldos e log de transações. Esta é uma das razões pelas quais você deve alterar os endereços Bitcoin em cada transação e salvaguardar seu endereço. Você também pode usar várias carteiras para fins diferentes, de modo que seu saldo e histórico de transações permaneçam privados daqueles que lhe enviam dinheiro.

Sua pontuação de confirmação: Como dito, você recebe uma pontuação de confirmação de cerca de 10 minutos antes de fazer sua compra. Carteiras diferentes têm sua própria leitura.

Screenshot_1

Screenshot_4

Quais são as desvantagens do Bitcoin?

Bitcoin desceu com o pé errado, alegando uma pessoa apócrifa (ou pessoas), Satoshi Nakamoto como seu fundador. Nakamoto nunca foi encontrado.

Em relação a preocupações mais práticas, hacking e scams são as normas. Eles acontecem pelo menos uma vez por semana e estão ficando mais sofisticados. A complexidade do software da Bitcoin e a volatilidade de sua moeda dissuadem muitas pessoas de usá-lo, enquanto suas transações são frustrantemente lentas. Você terá que esperar pelo menos dez minutos para que sua rede aprove a transação. Recentemente, alguns usuários do Reddit relataram esperar mais de uma hora para que suas transações fossem confirmadas.

Golpes a tomar cuidado

Os quatro golpes mais comuns entre os Bitcoins são esquemas Ponzi, fraudes de mineração, carteiras fraudulentas e trocas fraudulentas.

  • Golpes Ponzi : Golpes Ponzi, ou programas de investimento de alto rendimento, engancham você com juros mais altos do que a taxa de mercado vigente (por exemplo, 1-2% de juros por dia) enquanto redirecionam seu dinheiro para a carteira do ladrão. Eles também tendem a se abaixar e emergir sob nomes diferentes para se protegerem. Mantenha-se longe de empresas que lhe forneçam endereços de Bitcoin para pagamentos recebidos, em vez dos processadores comuns de pagamento, como o BitPay ou o Coinbase.
  • Bitcoin Mining Scams : Essas empresas se oferecerão para minerar quantidades exorbitantes de bitcoin para você. Você terá que pagá-los. Isso é o último que você verá do seu dinheiro (sem bitcoins para mostrar isso também).
  • Scams do Bitcoin Exchange : Scams do Bitcoin Exchange oferecem recursos que as típicas carteiras de bitcoin não oferecem, como o processamento do PayPal / Cartão de Crédito, ou melhores taxas de câmbio. Escusado será dizer que esses golpes deixam você no jeito enquanto eles sugam seus dólares.
  • Scams Bitcoin Wallet : As carteiras scam Bitcoin são semelhantes às carteiras online – com uma diferença. Eles te pedirão seu dinheiro. Se ladrões gostam da quantia, isso é o último que você verá do seu depósito. O endereço, em outras palavras, leva a eles, e não a você.

De todos esses, os golpes de carteira são os mais populares, com golpistas conseguindo beliscar milhões.

Quais são as vantagens do Bitcoin?

A melhor coisa sobre o Bitcoin é que ele é descentralizado, o que significa que você pode fechar acordos internacionais sem mexer nas taxas de câmbio e taxas extras. O Bitcoin é livre de interferência e manipulação do governo, portanto não há um Sistema de Reserva Federal para aumentar as taxas de juros. Também é transparente, então você sabe o que está acontecendo com seu dinheiro. Você pode começar a aceitar bitcoins instantaneamente, sem investir dinheiro e energia em detalhes, como configurar uma conta de comerciante ou comprar hardware de processamento de cartão de crédito. Bitcoins não podem ser falsificados, nem o seu cliente pode exigir um reembolso.

Não é de admirar que os usuários chamem o Bitcoin de “Money 2.0” ou que Bill Gates o chamou de “techno tour de force”.

O canal Ideias Radicais também adere ao novo sistema:

Tyler Winklevoss, co-criador do Facebook, resumiu quando disse:

tyler-winklevoss: O que é o Bitcoin?  Um guia passo-a-passo para iniciantes

 

“Nós escolhemos colocar nosso dinheiro e fé em uma estrutura matemática que é livre de política e erro humano.”

 

 

Etiquetado , , , ,

Já ouviu falar em economia nos relacionamentos?

Na economia e nos relacionamentos, tenha cuidado com mensagens muito positivas
Pense no seu comportamento quando vai a um encontro romântico com alguém pela primeira vez. Você é capaz de estimar o quão próxima da realidade é a impressão de si mesmo que você passa nesse encontro? Por mais que neste momento você esteja se convencendo de que é 100% honesto em seu primeiro encontro, o mais provável é que você esteja mentindo. Afinal, ninguém quer abrir o jogo logo de cara e confessar que ronca quando dorme, tem chulé ou opiniões controversas sobre um assunto delicado – seria uma forma de acelerar a quebra do encanto inicial.

KM7O6

Essa mesma dinâmica das aparências em encontros amorosos também vale para outras questões, principalmente no âmbito político e econômico. O grande ponto é que, no fundo, sabemos que estamos sendo enganados, só que preferimos fazer vista grossa para isso.

No livro Freakonomics, os autores Stephen Dubner e Steven Levitt mencionam uma pesquisa feita pelo psicólogo econômico Dan Ariely, a qual analisou o comportamento de pessoas que se inscrevem em sites de relacionamento. Além de exagerarem informações a respeito da aparência física e salário, a maioria dos inscritos quis passar uma impressão de ter a mente aberta para pessoas de diferentes padrões estéticos.

No entanto, ao passo que publicamente alegavam essa abertura, os dados confidenciais analisados demonstraram que a maior parte dessas pessoas buscou por um padrão estético específico. Ou seja, na prática, imperou a velha máxima do “faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço”.

giphy-11

As pessoas declaram o que é socialmente bem visto, mas escondem suas reais preferências e interesses. Pense em como isso também acontece no contexto econômico: grandes empresas defendem bandeiras de sustentabilidade, ao passo que, na prática, continuam a adotar práticas nocivas ao meio ambiente.

Os bancos investem rios de dinheiro em publicidade para convencer seus clientes de que estão genuinamente interessados em seu bem-estar e interesses, ao passo que continuam estabelecendo metas exorbitantes para a venda de produtos financeiros que são péssimos para o consumidor – como os títulos de capitalização.
A política, por sua vez, é completamente estruturada em cima dessa premissa. Publicamente, são debatidos em campanha os temas de interesse popular, passado o período eleitoral, a realidade é outra.

obamaclap-clap

O ponto é que as pequenas mentiras podem até te ajudar a levar adiante um encontro romântico, mas manter a vista grossa para essas questões no contexto econômico pode te levar a perder dinheiro ou investir mal. Fique mais atento ao quanto você confia nas mensagens bem-intencionadas que lhe são passadas.Se interessou pelo assunto? leia o livro

Veja o pod cast e um post que falamos a mesmíssima coisa aqui

Etiquetado , ,

Turma da Mônica ensina o que é inflação

Para ajudar crianças a aprenderem o conceito de economia e inflação a Turma da Mônica explica com seu novo quadrilho  “Cidadania“. A turminha mais querida das terras tupiniquins ensina de uma forma muito simples e didática os efeitos e as causas da inflação e como ela pode ser combatida,

Esta iniciativa, mostra as crianças que é possível sim, a construção de um país melhor mas que isto depende de pequenos e corriqueiros atos.

Compartilhe com todos, adultos e crianças, essa ideia, se ainda tiver dúvidas veja este post

turma-monica1

turma-monica2.jpg

turma-monica3

turma-monica4

turma-monica5

turma-monica6

turma-monica71.jpg

turma-monica81

turma-monica9

turma-monica10.jpg

turma-monica111

turma-monica12.jpg

turma-monica13

turma-monica14

turma-monica15

turma-monica16

Bônus:

Etiquetado , , , ,

Contato

Para anunciar sua matéria, seu serviço, ou um artigo interessante na área de economia criativa, envie um e-mail para thais.villela@hotmail.com e solicite a tabela de valores dos formatos de publicidade de interesse.

61802cf3bffa8ff88fb5127446e318ad

O mito da gasolina do Brasil

Eu não estou contra a greve dos caminhoneiros. As reivindicações deles são justas. Estou contra esta catarse que se formou no Brasil. A crise generalizada já acontece faz tempo

economia-de-buteco

Não povo!. Os caminhoneiros não são heróis do povo Brasileiro. Eles estão parados, justificavelmente, defendendo o deles. E está certo. Mas o preço da gasolina não irá cair. Ao contrário: com a desoneração dos impostos no diesel, possivelmente ela aumente. E não vai ser só isto não. Alguém terá que pagar a conta. Se você acha que vai tirar uma lasquinha na greve dos caminhoneiros, apoiando confortavelmente atrás do seu computador, lamento informar que vai doer no seu bolso também .

Aliás, esta desoneração dos impostos e subsídios no combustível foi exatamente o que o governo do PT fez por anos e foi duramente criticado. Esta atitude, junto com os desvios de dinheiro e as administrações absurdamente incompetentes da Presidente foi o que quebrou a Petrobras. E agora querem novamente uma intervenção estatal nos preços?

Mas independente disto, eles estão corretos, muita embora seja visível a interferência dos grandes setores do transporte nesta orquestra. Em uma comparação bem simples, seria o mesmo que uma greve de professores da rede privada apoiada pelos próprios patrões, onde os professores pedem um aumento nas mensalidades para aumentar seu salário. E se tem patrões apoiando, pode apostar que o custo deste apoio será cobrado da população.

Mas parem, apenas parem, de achar que vai resolver em algo a vida da população, que tanto aplaude, pela “coragem”. Não é coragem não queridos: é poder de fogo. Somente a classe dos transportes tem poder de parar um país. No Chile ficaram parados 28 dias e derrubaram um governo. Ah sim, no Chile foram apoiados pelos EUA (na surdina), mas é óbvio que aqui isto não existe (será?) e eles estão movidos pelo mais profundo interesse de ajudar o país.

Não duvido que os milhões de caminhoneiros autônomos estão na greve pelas dificuldades de trabalho e pelos riscos que enfrentam no dia a dia. A insegurança nas estradas, a falta de conservação, as poucas horas de descanso, etc. mas não vi nada disto na pauta de reivindicação

Aliás, não vi na pauta um pedido para aumento da remuneração por hora trabalhada. E sabem porque não pedem isto? Porque existe um excedente de caminhões no Brasil, causado pela desoneração de impostos e pelas facilidades de compra de caminhões (com incentivo fiscal para as montadoras e financiamento a juros baixos para as transportadoras e autônomos), implantado no Governo Dilma. Sabem o que isto causou? Uma frota renovada e grande, o que levou a uma redução no preço do frete. Com o combustível subsidiado, não tinha muito problema. Livre mercado: mais oferta, preços caem e o governo assumia uma parte da conta, não por responsabilidade, mas por populismo. Mas com a mudança da política de preços dos combustíveis (que aliás, foi pedido indiretamente por milhões de Brasileiros – “salvem a Petrobras”), o aumento do diesel e a redução do preço do frete fez a água chegar no pescoço das grandes empresas. E aumentar o frete não tinha como, devido à grande oferta de caminhões. Concorrência né, queridos. A única solução seria a redução do preço do diesel.

Mas nesta redução do preço, a conta terá que fechar. E já está fechando. O valor de impostos que não serão recolhidos com o diesel terá que vir de outro lugar. (Lei de responsabilidade fiscal, viu) Onera-se outros setores da economia (incluindo a gasolina, tá). Retira-se um tiquinho ali e outro acolá ( saúde e educação estão com dinheiro sobrando mesmo).

E ainda tem mais. Os pedágios, que são controlados por empresas privadas, vão repassar para quem o valor que NÃO será arrecadado com os caminhões? Adivinhem…

Mas independente de tudo isto, os caminhoneiros estão corretos. Estão defendendo o deles ( independente de serem autônomos ou empresas). Mas não, eles não são caminhoneiros guerreiros do povo Brasileiro.

Dd94nAOV4AAwwfX

A única coisa incorreta nesta história toda; greve tem que causar prejuízos? Tem. Tem que incomodar? Tem. Tem que mostrar que manda quem pode e obedece quem tem juízo? Tem. Mas tem que ter limite ético? Tem também.

O leite derramado não me importa, as hortaliças estragadas não me importam ( mas tenho em mente que os preços subirão por vários meses devido à pouca oferta), os pequenos produtores que ficaram descapitalizados também não importa (né?) o agronegócio que será impactado negativamente não me importa (sem cumprimento de prazos e sem produto para exportação e abastecimento local eles irão perder contratos), mas uma coisa me importa: os milhões de animais que já estão e irão morrer de fome em horas ou poucos dias, porque a comida, o milho, a soja, etc, não chega nas milhares de pequenas células granjeiras espalhadas por todo o Brasil.

Há quem justifique que não tem problema isto, pois o destino deles seria a morte de qualquer modo. Para os que acham isto, recomendo que se informem qual é o processo metabólico da morte por caquexia. Sim, a morte para estes animais é inevitável, mas o sofrimento de uma morte lenta e agonizante pode ser evitado sim. Basta que a comida chegue até eles.

Sei que a minha preocupação com a fome destes animais é simplista, afinal, animais e pessoas morrem de fome todos os dias. Mas não é por isto que se justifica a morte pontual e deliberada destes animais agora. Não é porque morrem pessoas todos os dias por falta de remédios que se justifica não chegar oxigênio nos hospitais. Porque se for assim, onde fins justificam os meios, seja lá como for, não existe nenhum sentido em nenhuma luta, por mais justa que seja.

Caminhoneiros, go (mas levem o oxigênio aos hospitais e a comida dos animais as granjas) No mais, podem ficar parados quanto quiserem e inclusive derrubar o governo. O que é uma eleiçãozinha indireta a esta altura do campeonato, não é mesmo? Mais informações AQUI

 

Crítica maravilhosa feita pela Flávia Saad 

Etiquetado , , , ,

Qual e o tamanho da crise

Neste vídeo você vai entender como a atual recessão se compara às ultimas enfrentadas pelo país. Um alerta de spoiler: esta é a pior. E estamos longe de voltar ao nível de PIB de antes de ela começar, em 2014

Mais informações atuais sobre o assunto – AQUI 

Etiquetado , , , ,

COMO A ECONOMIA LUCRA COM O RACISMO

Racismo é crime inafiançável e imprescritível e um dos piores flagelos da nossa sociedade. como jornalista me deparo com certas perguntas e busco soluciona-las através de pesquisas, em que irei citar fontes. o_reflexo_do_racismo_no_brasil

Remonta os primórdios a diferenciação e a discriminação racial. Ao longo dos anos, no processo evolutivo da vida, observou-se que a questão racial sempre provocou discussões na sociedade. O continente africano foi esquecido à própria sorte e o povo de África foi escravizado pela Inglaterra, Portugal, Brasil e outros países por muitos séculos.

O Zumbi dos palmares e o racismo:

O próprio Zumbi dos palmares tinha escravos. E na época da escravidão o sonho de todo escravo era ter escravos. Relembra aquela frase que cita: O oprimido se torna o opressor. Fonte: Guia Politicamente incorreto da historia )

Outra curiosidade que poucos sabem quicá deveriam saber é que Nelson Mandela que hoje representa o Mártir do Apartheid e destruiu a Africa do sul a um estado lamentável

Enquanto servia de mola propulsora para a economia, os negros foram utilizados como mão-de-obra gratuita. Quando o capitalismo precisou de consumidores, “libertou-se” os escravos. O comando da produção sempre esteve sob a mão do grupo dominante, brancos, de olhos azuis, cinza etc. A crise econômica, logo, só pode ser atribuída a quem dirige os rumos do mundo globalizado.

O poder no planeta está dividido entre quem tem razão (dinheiro) – e manda; e quem não tem – e obedece… O capital determina as regras do jogo, quem pode ter voz. Historicamente, pessoas de etnia negra ficam em segundo plano.

O preconceito e o racismo são, na verdade, atitudes, modos de ver certas pessoas ou grupos sociais, o que é condenável mas que, apesar dos avanços nas discussões, ainda acontece em pleno século XXI. É importante ressaltar que o racismo e preconceito racial não são coisas equivalentes. O racismo, sem dúvida, é mais amplo em seu sentido do que o preconceito racial. O racismo ocorre quando se atribui a um grupo determinados aspectos negativos em razão de suas características físicas ou culturais. A Sociologia classifica o racismo como uma discriminação ideológica, na qual um grupo considera ter mais qualidades que o outro.

A mudança desse tipo de pensamento poderá ocorrer mas, para que isso aconteça é fundamental tomarmos consciência das marcas impressas por ela (baixa estima, medo, insegurança, desconfiança, temor) para, de vez, exterminá-la.

Os meios de comunicação social e de massa, cultuam o padrão europeu de beleza (rádio, revistas, jornais, propaganda, cinema, teatro, música popular, literatura e, acima de tudo, TV) os negros ainda têm pouca representação. Já existem algumas mudanças, mas muito ainda necessita ser feito.

Os movimentos de defesa das minorias precisam se manifestar, contribuir para uma justa divisão do poder. É necessário e urgente repensar as políticas públicas, trazer os atores sociais discriminados para o centro do debate, incluir na pauta do dia toda forma de racismo e discriminação. Mais informações você encontra AQUI 

Hillary Clinton é o pior dos males

São poucos os escritores progressistas norte-americanos cujos livros denunciam a estratégia de dominação planetária dos EUA como ameaça à Humanidade.Diana-Johnstone-Hillary-Clinton-Rainha-do-Caos.png

Diana Johstone é quase uma exceção. Não é marxista nem revolucionária e acredita nos valores da democracia ocidental. O que critica é o funcionamento da engrenagem do poder, a ambição, a perversidade, a irresponsabilidade, o belicismo da elite oligárquica que no seu país controla o sistema e define a sua relação com o mundo.
Ligada aos Verdes, colaboradora de Counterpunch, especializada em temas políticos europeus, Diana (81anos) reside em Paris e a maioria das suas obras foi escrita em França.

O seu último livro, Hillary Clinton Rainha do Caos* tem entre outros o mérito de chamar a atenção para a ameaça potencial que representa para a Humanidade a candidata à Casa Branca que será provavelmente a próxima presidente dos Estados Unidos.

Diana, apoiando-se numa documentação exaustiva, apresenta de Hillary um perfil tão assustador que muitos  eleitores estadunidenses podem  concluir que ela  é mais perigosa do que Donald Trump. O multimilionário texano é um beócio ignorante, xenófobo, racista, ultra reacionário. Conta com o apoio da extrema-direita por defender projetos tão monstruosos como a construção de um alto muro eletrificado na fronteira com o México e a expulsão massiva dos imigrantes ilegais. É uma personalidade megalómana, um irresponsável.

Mas, inesperadamente, Trump critica a corrida às armas, pretende reduzir o Orçamento de Defesa, fechar bases militares espalhadas pelo mundo e melhorar as relações com a Rússia e a China. Discorda do envolvimento dos EUA em novas guerras. Para ele a saída da crise passa pela economia, pela expansão do comércio.

O escritor australiano John Pielger afirma que Hillary é favorável ao emprego de armas nucleares táticas em algumas «guerras preventivas». Seria abrir a porta à destruição da Humanidade.

Favorita do complexo militar industrial

8262248654_62b684bf40_o

O livro de Diana Johnstone transcende pelo seu conteúdo e significado os problemas ligados à eleição presidencial.

Grande parte dos seus sete capítulos é dedicada a iluminar o funcionamento de um sistema criminoso, montado por uma oligarquia que aspira a modelar o mundo sob a égide dos EUA. No vértice dessa engrenagem situa-se o Complexo Militar Industrial. O seu poder nocivo já era tamanho  que Eisenhower, há mais de meio século, no seu discurso de despedida alertou o povo americano para a sua perigosidade.
O desaparecimento do «inimigo comunista» estremeceu os alicerces da poderosa indústria que produz armas, considerada pelo sistema base da prosperidade nacional.

O governo Truman recusou todas as propostas de desarmamento da União Soviética, que aspirava a uma paz duradoura para reconstruir o país, devastado pela guerra.

A elite do poder estadunidense decidiu que era imprescindível inventar novos inimigos e desencadear em cadeia guerras para os destruir.

A estratégia agressiva de dominação universal foi o complemento da política imposta pela sobrevivência e agigantamento do Complexo Militar Industrial.

Iniciou-se então um ciclo de agressões bélicas que perdura desde meados do século XX: Coreia, Vietname, Camboja, Laos, Iraque, Afeganistão, Somália, Iémen, Líbia. O estado neofascista de Israel foi no Médio Oriente o aliado permanente do imperialismo estado-unidense.

Diana Johnstone analisa em pormenor os mecanismos utilizados para anestesiar a consciência dos povos de modo a viabilizar essa estratégia.

As agressões militares são apresentadas como iniciativas humanitárias em defesa da liberdade e da democracia. A fórmula tem sido repetida com êxito, tendo como instrumento um sistema mediático manipulado pelo imperialismo.

Campanhas massacrantes de deformação da história precedem as agressões militares. As «guerras preventivas» são justificadas pela necessidade de destruir ditaduras e tiranos que oprimem os seus povos e ameaçariam «a segurança dos EUA». A demonização dos comunistas do Vietname, de Sadan Hussein, de Khadafi foi prólogo de intervenções militares que devastaram os países «libertados», matando centenas de milhares de pessoas.

Hillary favorita do Pentágono

Hillary aprova  o famoso comentário da sua íntima amiga Madeleine Albright sobre o poder das forças armadas dos EUA: «Para que ter toda essa força militar se não a usamos?»

Apoiou, com entusiasmo por vezes, todas «as guerras preventivas» do seu país

Na juventude foi admiradora do senador Barry Goldwater, o caçador de bruxas, ideólogo da campanha de  perseguição a intelectuais e artistas  acusados de filo comunistas.

Em 1999 foi ela quem convenceu o marido, o presidente Bill Clinton, a iniciar o bombardeamento da Sérvia pela NATO e a expressar  solidariedade com a mafia do Kosovo. O esfacelamento da Jugoslávia foi aliás o laboratório de «guerras preventivas» posteriores.

Quando senadora, em 2009, deslocou- se às Honduras para impedir que Cuba fosse readmitida na OEA. Semanas depois, o presidente Zelaya foi metido em pijama num avião e expulso do país. Hillary, então secretaria de estado, qualificou o golpe militar de «crise», convidando «todas as partes» a resolver o problema «sem violência». Posteriormente aprovou a fraude eleitoral que «legitimou» o golpe. No seu livro de memórias Hard Choices (Escolhas difíceis) define o seu estilo diplomático como «O poder Inteligente». Esse poder – escreve Johnstone- significa para ela recorrer a todos os meios possíveis para promover a hegemonia mundial dos EUA».

Sionista desde a adolescência, afirmou repetidas vezes que é inquestionável o direito de Israel a assumir-se como «estado judeu».

Hillary defende a tese do «excecionalíssimo americano”. Para ela os EUA são uma nação predestinada a salvar a humanidade, a «ultima esperança da humanidade». No cumprimento dessa missão instalaram mais de 600 bases militares em 148 países.

Fiel a essa mundividência qualifica de criminosos os líderes de pequenos países que não se submetem às exigências de Washington,. No que toca a Julian Assange, Edward Snowden e o soldado Maning, as suas revelações são para ela «ataques aos Estados Unidos e à comunidade internacional».

Como secretaria de estado de Obama, intensificou a ingerência dos EUA nos assuntos internos de 50 países. Hillary Clinton – escreve Diana- parece estar totalmente convencida de que o progresso do mundo depende de os EUA dizerem a toda a gente como se deve comportar desde a oração até ao quarto».

É uma metodista fervorosa e gosta de rezar em público em grupos de estudo da Bíblia no Prayer Breakfast (Pequeno almoço de oração). A participação nessas iniciativas, promovidas pela Rede de direita Fraternidade, não é, porem, gratuita: custa 400 dólares.

Hillary, com frequência, invocava o genocídio de «povos oprimidos» para justificar as «intervenções humanitárias». Na realidade eram as agressões militares imperialistas que assumiam um caracter genocida, provocando autênticas hecatombes. Assim aconteceu no Afeganistão, no Iraque e na Líbia.

Washington recorreu algumas vezes ao Tribunal Penal Internacional, de cuja jurisdição os EUA aliás se excluíram para obter a condenação de políticos do leste acusando-os  de genocidas. Manipulado, esse Tribunal de farsa, criado ad hoc, julgou entre outros o ex-presidente da Sérvia, Mihailoivic, acusado de crimes que não tinha cometido, como sublinha Diana Johnstone.

Obsessão anti Rússia

Hillary desenvolveu desde a juventude uma obsessão anti Rússia. O ódio que sentia pela União Soviética sobreviveu à destruição do regime socialista. Foi transferido para Putin.

Durante os mandatos do marido como presidente, empenhou-se na defesa de um projeto de reforma da saúde. Mal concebido e estruturado, fracassou. Ao ser nomeada chefe do Departamento de Estado, esqueceu rapidamente essa frente de luta.

Acarinhada pelos neocons e pelos generais e almirantes do Pentágono, desempenhou então um papel importante em todas as campanhas que precederam agressões militares desencadeadas pelos EUA em defesa dos «direitos humanos». Ao receber a notícia de que Kadhafi tinha sido torturado e mutilado, começou-segundo Johnstone- «a rir em gargalhadas felizes» e exclamou: «Viemos, vimos, ele morreu».

Apoiou com entusiasmo as provocadoras  grupelho russo das Pussy Riot que em frente do altar-mor da Catedral de Cristo Salvador, em Moscovo, bolçaram obscenidades e, cantando em coro, chamaram «puta» ao patriarca da Igreja Ortodoxa Russa

Quando as moças foram condenadas pela justiça russa, Hillary assumiu a sua defesa e em Nova York publicou no Twitter uma foto sua ao lado das Pussy Riot,de visita à cidade, com uma mensagem: “É ótimo encontrar-me com as fortes e corajosas jovens das Pussy Riot que recusam que as suas vozes sejam silenciadas na Rússia».

Autentica candidata do Pentágono, Hillary acompanhou com paixão os trágicos acontecimentos da Ucrânia.

Ao saber que Victoria Nuland- «a minha querida porta-voz no Departamento de Estado», como lhe chamava- fora nomeada para assumir o comando da agressiva política de Washington na Ucrânia, Hillary congratulou-se com a escolha da amiga. Posteriormente manifestou-lhe solidariedade ao explodir o escândalo da sua conversa telefónica com o embaixador dos EUA naquele país, Geoffrey Pyatt. Discutiam quem deveria ser colocado no poder em Kiev e Noland e desabafou: “A União Europeia que se foda».

A reação de Hillary ao referendo em que o povo da Crimeia, por maioria esmagadora, decidiu que a Península voltaria a integrar-se na Rússia foi intempestiva e grotesca: qualificou Putin de «novo Hitler».

No conflito que levou à secessão das províncias russófonas do Leste da Ucrânia, Hillary Clinton atribui a Vladimir Putin toda a responsabilidade da guerra civil que assola o país. Não surpreende tal atitude vinda de quem não esconde a sua simpatia pelo partido neofascista ucraniano Svoboda.

Na opinião de Diana Johnstone, «o desempenho de Hillary Clinton como secretaria de estado somente foi um grande êxito num especto: tornou-a a candidata favorita do Partido da Guerra».

No seu importante livro esboça bem o perfil da mulher que segundo as sondagens pode ser o próximo presidente dos EUA.

Para você que quer saber mais sobre isso,acompanhe o depoimento do fundador do WIKI LEAKS Julian Assange sobre Hillary Clinton.

 

 

Etiquetado , , , ,

Como o machismo torna os países e as pessoas mais pobres

14971368_10210908387128627_797683394_n

 

Acordei hoje com muita vontade de fazer algo que não fazia há tempos: desenhar. Através desde desenho passei a refletir… e resolvi escrever o post:

No Brasil e no mundo, mulheres ganham menos na mesma profissão, com a mesma experiência e mesma qualificação

Em média, mulheres brasileiras ganham 20% a menos do que os homens. De fato, como apontam algumas pessoas, uma parte dessa diferença é explicada por uma série de características diferentes entre homens e mulheres. Por exemplo, há menos mulheres em profissões que em geral pagam mais (como engenharia ou ciência e tecnologia), e essas diferenças nas escolhas profissionais médias entre homens e mulheres contribuem para explicar as diferenças salariais entre os grupos.

O problema é que isso só é parcialmente verdadeiro. Um estudo realizado pela Fundação de Economia e Estatística do Governo do Rio Grande do Sul concluiu que as diferenças de educação, idade, experiência, sindicalização, horas trabalhadas, geografia e características da indústria onde as pessoas trabalham podem explicar cerca de 2/3 das diferenças salariais entre homens e mulheres. Ou seja, mesmo depois de consideradas basicamente todas as características que podem, em teoria, influenciar seu salário, ainda persiste inexplicado 1/3 da diferença salarial entre homens e mulheres.

dese

Implicações econômicas das desigualdades de gênero

A influência mais direta das desigualdades de gênero sobre a economia é refletida na menor participação das mulheres na força de trabalho. Com menos trabalhadores produzindo, há menos especialização econômica, sub-utilização de talentos na sociedade, menor crescimento e menos prosperidade. Além disso, como mulheres tendem a ter mais anos de educação que homens, ter menos mulheres empreendedoras diminui a inovação da economia.

Embora na grande maioria dos países mulheres tenham uma participação da força de trabalho proporcionalmente menor que a dos homens, esse efeito é mais acentuado em países de renda média – como o Brasil. A lógica é a seguinte. Em países muito pobres, mulheres não têm opção senão acumular as tarefas domésticas com um trabalho externo para garantir a subsistência de sua família. À medida que a sociedade enriquece, mulheres passam a poder ficar em casa com os filhos, enquanto a renda do outro cônjuge sustenta o lar. Finalmente, quando um país acumula suficiente capital humano e amplia serviços especializados – como creches, por exemplo -, mulheres podem voltar à força de trabalho e contribuir para o crescimento econômico. É essa redução proporcional entre países de renda média que explica o formato em “U” da curva do grafico abaixo:

ushaped1

Anúncios